Uma sucessão de erros fez a crise bater na porta do Grupo Record, apesar da aparente fonte inesgotável de recursos que é a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).

Altos investimentos na campanha de Russomano à prefeito de São Paulo, muitos gastos e pouco resultado na transmissão das Olimpíadas de Londres, subutilização do RecNov (o Projac da Record), baixa audiência da TV (cujas novelas jamais chegaram a emplacar), disputas na cúpula, contratações equivocadas, gastos megalômanos na construção do Templo de Salomão… enfim, parece que mesmo o dízimo tem limites e a primeira vítima foi a Record News, onde 40 profissionais já foram demitidos.

Empregados da Record temem pelo fim do portal R7, mas o certo é que os cortes não devem parar por aqui.