Quando a Globo era dona da marca NET, além de utilizá-la em sua então operadora de TV a cabo (NET Serviços), também licenciou-a para várias outras operadoras, que passaram a atuar como franqueadas.

Hoje a NET Brasil foi transformada na Globosat Comercialização (G2C) e licencia apenas os conteúdos da própria Globosat, não havendo novas licenciadas da marca NET. E tanto a NET Serviços como, agora, a própria marca NET pertencem aos mexicanos da America Movil.

Várias empresas que licenciaram a marca NET, nos últimos anos passaram a adotar marcas próprias, como a TV Cidade (de propriedade da Bandeirantes), que criou a bandeira Sim TV. O problema é que ainda restam pelo menos sete empresas (operando em cerca de 14 cidades) que são franqueadas da marca NET, sem ter qualquer relação com a NET Serviços.

Assim, assinantes de TV a cabo de Conselheiro Lafaiete, Contagem, Ipatinga, Ituiutaba, Ribeirão das Neves, Sete Lagoas, Araxá, Uberaba, Catanduva, Foz do Iguaçu, Ubatuba, Caraguatatuba, Angra dos Reis e Fortaleza consomem a marca NET sem, contudo, terem qualquer vinculação com a NET Serviços.

Qual a estratégia da NET Serviços (nova proprietária da marca NET) para lidar com a herança de franqueados da extinta NET Brasil?